E Moloko de volta à colina
Mato-virgem de Macunaíma
E cansou-se da cidade grande
De cabeça sadia onde quer que ande
*
Penso, tempo é um cigarro em brasa
Que você o deixa e ele se torna nada
Quero, pois, tarde, sol, copo d'água
Com Moloko, põe-se o sol sem mágoa

Nenhum comentário:
Postar um comentário